José Sócrates sublinha a prioridade para um novo Tratado Europeu

Data: 2007-07-03
Na Conferência de Imprensa 2007-07-02
Foto: Ricardo Oliveira/GPM – Clique aqui para baixar esta imagem em alta resolução (466KB)

Na conferência de imprensa que se seguiu à reunião entre o Governo português e a Comissão Europeia e marcou o início da Presidência portuguesa do Conselho Europeu, José Sócrates, Presidente em exercício do Conselho Europeu e do Primeiro-Ministro português, Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia, sublinhou a importância da aprovação da Reforma do Tratado, durante a Presidência portuguesa. https://eu2007.pt

Ambos os líderes Europeus concordaram em enfatizando a atuação da Presidência principal objetivo – para elaborar e adotar um novo Tratado – com base no mandato aprovado no último 27 Cimeira dos líderes, em Bruxelas, e recusou qualquer reabertura do mandato.

José Sócrates que “o mandato recebido pela Presidência, não há nenhum prevista a possibilidade de revisão do mesmo mandato”, e reafirmou “a Presidência portuguesa da vontade para fechar este problema o mais breve possível”, aproveitando-se o “consenso dinâmico”, realizado na madrugada do dia 23 de junho, em Bruxelas.

Esta ideia já tinha sido expressa perante o Parlamento português, no final de junho, durante a apresentação da Presidência portuguesa do Programa. José Sócrates anunciou a sua decisão de chamar a Conferência Intergovernamental para o dia 23 de julho, para analisar o mais rápido possível um novo Tratado para a União Europeia. Esse documento pode ser adoptado na Cimeira informal de chefes de Estado e de Governo, entre os dias 18 e 19 de outubro, o primeiro a ser conduzido por José Sócrates.

Cimeira UE-África

Ainda na conferência de imprensa, no agendada Cimeira UE-África, José Sócrates afirmou que “durante os últimos sete anos, a Europa pagou o preço de não ter um regular e diálogo institucionalizado com a África. A europa perdeu a partir do que e aprendeu a distinguir as relações bilaterais com o Zimbabwe, a partir Europeia as relações com os países do continente Africano”. Lisboa, chefe de Governo também considerou que “o inexistente o diálogo político com a África enfraquece a dimensão mundial da UE”.